7 vezes que o café fez diferença na propaganda

Data de publicação: 6 de março de 2017

size_960_16_9_propaganda-cafeReunimos campanhas que usaram o café como ferramenta de interação com o público

Pode ser expresso ou preparado no coador de pano. A situação pode ser uma reunião de negócios, a recepção de um vizinho ou um trabalho solitário durante a madrugada.

Independente do cenário, o café está sempre presente em nossas vidas.

Segundo uma pesquisa patrocinada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), feita entre 2013 e 2014, a bebida é a segunda mais consumida do Brasil, ficando atrás apenas da água. Sim, o café é parte de nossa cultura e conta, inclusive, com um dia próprio. Hoje, 14 de abril, é celebrado o Dia Mundial do Café.

Em homenagem a essa bebida que está sempre presente nas mesas do mundo todo, reunimos campanhas que a usaram como ferramenta de interação com o público. São ações de marcas de café que incentivam o consumo e também de ONGs, que usaram o poder da xícara de café para conscientizar sobre uma causa. Confira:

O café que aproxima

Em uma estratégia mundial, a Nescafé quer unir pessoas através do café. Destacamos duas ações muito especiais. A primeira acontece na Alemanha, onde, com a ajuda da OgilvyOne Frankfurt, a marca instalou uma espécie de máquina de café no mesmo espaço do botão de pedestres para os semáforos. O aparelho tinha uma tela onde era possível ver a pessoa que estava do outro lado da rua, também tentando atravessar na faixa. A interação entre elas gerava um café quentinho para ambos os lados.

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Esta outra ação uniu pessoas que não são tão estranhas assim. Criada em parceria com a Publicis Itália, a marca uniu sacadas de um prédio através de mesas. Intitulado “The Nextdoor Hello”, o filme mostra a surpresa dos moradores ao acordar e se deparar com a seguinte mensagem no prédio à frente: “encurte a distância daqueles próximos a você”. Ao saírem na varanda, eles descobriram as mesas com cafés que os ligavam aos vizinhos.

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Epidemia de bocejos no metrô

O Café Pelé instalou um painel curioso no metrô de São Paulo. Na tela, um homem bocejava seguidamente. Em pouco tempo, várias pessoas na plataforma estavam passando pela mesma reação. Ao fim, o painel mostrava a mensagem: “Bocejou também? É hora do café. Café Pelé”. A cura da epidemia vinha com as promotoras que passavam distribuindo o cafézinho para quem bocejou.

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Maconha com café?

Alguns estudos afirmam que o uso da maconha pode aumentar a sensibilidade do paladar humano. A tradicional marca holandesa de cafés Moyee Coffee decidiu utilizar essa informação para fazer um experimento nada convencional com os seus consumidores.

A empresa, que declara ter uma “visão social radical” das coisas e que costuma trabalhar em campanhas provocantes, junto com a sua agência 18 Amsterdam, ofereceu um cigarro de maconha para as pessoas que teriam que descrever a sensação de degustar um café da marca.
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Peladões servem café

A Nestlé resolveu testar a reação de americanos em um café de Nova York usando o que há de mais natural no ser humano: a nudez. Para divulgar seu novo produto, o Coffee-Mate Natural Bliss, a marca construiu uma cena pouco comum, com atendentes e consumidores vestidos apenas com pintura corporal. Os desavisados que entraram no estabelecimento ficaram surpresos, mas no fim se divertiram com a situação.

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Uma xícara para não esquecer

Mesmo que por um momento, a ONG “Don´t Forget Me”, em parceria com a Miami AdSchool de São Francisco, conseguiu reproduzir uma situação corriqueira de quem tem Alzheimer para outras pessoas. Em um café nos Estados Unidos, a ONG disponibilizou suportes de copo que traziam uma mensagem quando a temperatura da bebida estivesse alta. Assim, sempre que um cliente comprasse um café quente, o suporte revelava um texto sobre a doença. Mas, quando o copo esfriava, a mensagem sumia, assim como as memórias daqueles que padecem com a doença.

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