Pausa para um cafézinho

Data de publicação: 7 de março de 2014

Antigamente nossos antepassados faziam assim para ter café no bule: 

As embalagens não passavam de sacos de juta, latas… Tínhamos tempo, hoje temos:

A conveniência, praticidade, globalização e a tecnologia nos trouxeram novas maneiras e costumes, e para acompanhar e viabilizar toda esta revolução, as embalagens passaram por muitas evoluções para se adaptarem à logística e aos equipamentos atuais, como poderemos ver a seguir:

Uma das tendências de consumo mais em voga é a preferência por produtos de consumo instantâneo e imediato. Neste sentido, o café em cápsulas é um dos seus maiores protagonistas.Têm sido vários os estudos publicados a corroborar essa propensão.

Ainda que o café moído continue a colher a preferência e a ser a escolha predominante das cafeterias, o café em formato uni dose tem conquistado cada vez mais apoiantes.

Fora estes maravilhosos equipamentos e suas modernas embalagens uni dose, ainda o maior mercado de café torrado e moído, encontra-se com as embalagens tipo almofada com e sem válvula e o pacote à vácuo,

Também é preciso ressaltar que após a moagem ocorre a liberação de CO2 do café, por isso é importante fazer novamente um repouso de 24h desse pó antes de embalar, para que não ocorra estufamento da embalagem

Para a embalagem do produto moído, pode-se utilizar embalagens com presença de ar ou embalagens a vácuo. Na primeira delas o café fica protegido da umidade, mas permite a saída do aroma e possui vida útil mais curta devido à presença de oxigênio (ar); esta embalagem deve ser usada em cafés desgaseificados (após a liberação de CO2) ou utilizar embalagens com válvulas para a retirada do gás, ou até mesmo usar absorvedores de CO2 e O2 dentro da embalagem.

A válvula desgaseificadora alivia a pressão interna da embalagem pela retirada de CO2, evita a entrada de ar (conservando melhor o aroma do produto) e deve ser usada em embalagens flexíveis ou em selos de embalagens rígidas.

No caso dos absorvedores de gases, são geralmente na forma de saches, utilizados dentro das embalagens bem seladas e é um pó a base de ferro. Porém, é considerado um produto estranho dentro da embalagem.

No caso de embalagens a vácuo, o produto tem mais durabilidade por diminuir significativamente o ar de dentro da mesma, com menos de 4% de oxigênio. Neste caso a embalagem fica comprimida contra o produto, tomando um formato rígido. O material da embalagem a vácuo deve minimizar a perda de aroma e sabor, barrar a entrada de oxigênio e de vapor d’água, ser resistente à perfuração e superfície interna deve ser resistente à penetração de gorduras. Existem outras tecnologias de embalagem que podem ser utilizadas como vácuo compensado ou atmosfera inertizada, mas demandam um pouco mais de tecnificação.

OS CAFÉS MAIS CAROS DO MUNDO!

Jacu Bird Coffee

processo de fabricação do Jacu Bird Coffee é o mesmo que o do Kopi Luwak, só que ao invés catarem os grãos de café defecados por um mamífero de uma ilha no arquipélago da Indonésia, nas Filipinas, eles estão catando os grãos encontrados nas fezes do Jacu, ave que habita as zonas de floresta aqui no Brasil.

De acordo com os apreciadores destes cafés exclusivos, somente o processo digestivo destes animais selvagens é capaz de produzir um produto com aroma e sabor tão requintado. Em outras palavras, esse povo acredita que nem os grandes centros de pesquisa do mundo, com seus escpectrômetros de massa, nem mesmo o grupo de cientistas que já conseguiu mapear o genoma humano é capaz de descobrir a substância secreta que existe dentro dos intestinos dos Jacus para, assim, reproduzir tal substância em laboratório e permitir que ninguém precise mais catar grãos de café em cocô de bicho.

Café mais caro do mundo embalado em frasco de Swarovski

Taiwan Formosa Civet Coffee foi recentemente lançado no Japão. A marca lançou uma edição limitada dos potes cravejados de Swarovski de 100 gramas de café algália para marcar este lançamento japonês. Café Civet conhecido como Kopi Luwak também carrega a coroa do café mais caro do mundo. Este deslumbrante pote de 100 gramas está disponível para JPY 88.800 (900 dólares), enquanto as normais frascos de 100 gramas de café algália custam JPY6, 800 (69 dólares).

O café algália da Indonésia recebe o nome do gato almiscarado que desempenha um papel fundamental em dar este café a sua deliciosa mistura que agrada a paleta de muitos especialistas e entusiastas do café. Os animais comem grandes bagas de café e uma vez que os frutos passaram pelo trato digestivo do gato-almiscarado, então eles são colhidos, limpos e feito em uma mistura de café.

A descrição não pode deixar o café parecer tentador, mas o mix criado é o que agrada o seu paladar.

Apenas oito frascos de 100 gramas da Luxury Collection Café Civet Formosa estão em disputa!

[Via – Formosancoffee] – Por Marissa Pinto

Maurício Camim Filho – colaborador do newsletter da OPP MAIS ® 


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