Crise altera hábitos de consumo

Data de publicação: 19 de dezembro de 2016

transparencidade-imagem-copia-jpg2_Relacionamentos dos brasileiros são os principais insights do estudo da Dim&Canzian

Em tempos de crise econômica e novos hábitos sociais e de consumo, a agência Dim&Canzian desenvolveu um estudo para compreender melhor os valores dos brasileiros. O levantamento analisou dezenas de pessoas, nas cinco regiões do Brasil, gerando mais de 50 horas de entrevistas gravadas. “Essa pesquisa veio com a missão de decifrar o que estão pensando os brasileiros desse muitos ‘Brasis” que há no Brasil e nos trazer uma leitura contemporânea desse momento tão singular que estamos vivendo, globalmente”, disse Samantha Barbieri, diretora de planejamento e pesquisa da Dim&Canzian e também curadora do estudo, em comunicado à imprensa.

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O estudo chegou a 10 pontos interessantes. No primeiro deles, é possível ver o aumento da relação entre as pessoas, uma vez que sair de casa ficou mais caro e as reuniões em casa aumentaram. “Menos consumo se traduz em mais relações”, afirma. Seguindo a mesma escolha por gastar menos, o brasileiro passou a aderir um consumo mais consciente e assim, a comprar mais itens básicos para casa, a procurar produtos usados ou vendidos por amigos e vizinhos, a aderir ao faça-você-mesmo e a procurar outras maneiras de locomoção, além dos carros. “As marcas começam a ser responsáveis pelo ciclo de vida dos aparelhos. Elas terão de lidar com um novo ciclo dos produtos: o pós vida útil”, explica.

Entretanto, o plano de saúde ainda é prioridade para o brasileiro e é considerado o último gasto que ele considerar cortar. Dessa forma, clínicas e consultórios com preços mais acessíveis começaram a surgir como alternativa de um atendimento express. Na via oposta, veio a redução de uma alimentação com produtos industrializados e que abriram espaço para comidas mais saudáveis, feitas em casa. Fato que gerou o crescimento de conteúdo culinário tanto na TV quanto no YouTube.Entretanto, o plano de saúde ainda é prioridade para o brasileiro e é considerado o último gasto que ele considerar cortar. Dessa forma, clínicas e consultórios com preços mais acessíveis começaram a surgir como alternativa de um atendimento express. Na via oposta, veio a redução de uma alimentação com produtos industrializados e que abriram espaço para comidas mais saudáveis, feitas em casa. Fato que gerou o crescimento de conteúdo culinário tanto na TV quanto no YouTube.

Nesse período de redução de gastos, as mídias sociais servem como uma boa fonte de entretenimento e os consumidores dependem cada vez menos das marcas para formar sua identidade. “Startups em todos os segmentos vêm ganhando espaço. Até mesmo no setor financeiro, onde conquista principalmente, os jovens”, afirmou Marcio Canzian, chief media oficcer da Dim&Canzian, sobre a necessidade de uma empresa de entregar um serviço além do seu business, em comunicado à imprensa.
Segundo a pesquisa realizada pela agência, em um momento que cada vez mais o medo de fracassar vem existindo e o sonho por uma vida mais tranquila aparecendo, hobbies e expertises se tornam negócios, que exigem versatilidade e criatividade. “As pessoas têm aderido ao home office, elas querem ter mais flexibilidade no trabalho”, adicionou Samantha.
O brasileiro deseja mais transparência dos partidos políticos, das operadoras de telefonia e do síndico e mais cumplicidade das pessoas ao seu lado e das marcas, de acordo com a pesquisa. A partir disso, a agência Dim&Canzian criou a palavra “transparencidade”, unindo os dois termos citados anteriormente – transparência e cumplicidade. “A palavra não existe no dicionário, mas já está no coração do brasileiro. Só tomamos a liberdade de criar um nome”, ressaltou Michele Dim Dippolito, chief creative officer da Dim&Canzian, em comunicado à imprensa. Além disso, todos os entrevistados consideram a educação como o principal aspecto que precisa ser alterado no País.

Fonte: meioemensagem


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